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Escritor Kardo Bestilo apela para a construção de bibliotecas municipais e escolares compostas por livros e tecnologia de informação

Com o propósito de enaltecer a importância da leitura na educação e formação das pessoas, a UNESCO criou o Dia Mundial das Bibliotecas.

Em alusão a esta data celebrada anualmente, o escritor Angolano Kardo Bestilo falou à Chocolate sobre a necessidade da construção de mais bibliotecas em todo o país.

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Escritor Kardo Bestilo apela para a construção de bibliotecas municipais e escolares compostas por livros e tecnologia de informação

Nós realmente precisamos de focar ainda na constituição de bibliotecas municipais e escolares compostas por livros e tecnologia de informação, porque o futuro dependerá da qualidade, consistência do conhecimento dos alunos de hoje que vão estar a competir numa economia virtual e global, onde os melhores serão os que forem formados com o conhecimento proveniente dos livros e existente na tecnologia que move esta era digital”, sugeriu.

O autor de “Minhas outras vidas”, não partilha da opinião geral de que os jovens actualmente frequentam pouco as bibliotecas devido às novas tecnologias.

Escritor Kardo Bestilo apela para a construção de bibliotecas municipais e escolares compostas por livros e tecnologia de informação

Estamos claramente perante uma nova realidade a nível global e com impactos em todos os aspectos do fazer, ser e estar. Acredito que muitas definições que tínhamos há seis meses precisam de ser adequadas a um novo cenário. Eu não partilho da opinião que as novas tecnologias afastam os leitores das bibliotecas, porque as livrarias devem em si ser centros do desenvolvimento do conhecimento com o suporte dos livros físicos e tecnologias de informação”, exemplificando as mediatecas no país que recebem muitos jovens em busca dos livros e tecnologias de informação.

Temos também o Centro Cultural Camões em Luanda, que até antes da invasão da Covid-19 registava enchentes de jovens com sede pelo saber”, reforçando: “Enquanto liderava o Movimento Lev’Arte nos meus onze anos, ao passar por muitas províncias para doar livros para criação de bibliotecas havia sempre muita vontade por parte dos jovens nos cantos mais desconhecidos das 18 províncias”, esclareceu o escritor de 44 anos de idade.

Gostarias de escrever para a Chocolate? Aceitamos sempre colaborações com convidados da nossa comunidade e estamos sempre à procura de novos colaboradores. Entra em contacto connosco e vamos discutir as tuas ideias.

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