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Uma entrevista com Marleyh Selo, a autora do livro “guia de etiqueta social e empresarial”, que será lançado neste sábado

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A entrevista que se segue foi concedida à Revista Chocolate pela autora do livro de auto-ajuda o “Guia de etiqueta social e empresarial”, Marleyh Selo, livro este que será lançado neste sábado, dia 14 de Maio, às 14h, no Restaurante Chalé da Comida, Morro-bento, na Academia BAI.

Uma entrevista com Marleyh Selo, a autora do livro “guia de etiqueta social e empresarial”, que será lançado neste sábado

Nesta conversa falamos não apenas da obra, mas também sobre o processo criativo da escritora e algumas curiosidades.

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CH: Fale-nos um pouco de si.

MS: Marleyh Selo é consultora estratégica de imagem e personal shopper certificada pela Fashion School em Portugal.

É consultora de etiqueta, diplomada no Brasil, formadora certificada pelo INEFOP, locutora de Rádio e CEO da Academia de Imagem & Etiqueta Marleyh Selo, Lda.

É diplomada em Marketing Estratégico pela UNIA e especialista em comunicação empresarial e corporativa.

Foi a primeira Angolana que se tornou membro da maior associação de profissionais de Consultoria de Imagem do Mundo (AICI), pertencendo às Chapter, do Brasil.

Escritora pioneira na área de Moda, Autoconhecimento e Etiqueta, é, neste momento, autora de mais três livros e colunista.

Marleyh Selo também é membro da Associação Portuguesa de Consultores de Imagem e Personal Shopper (APCIPS).

CH: Como foi o início da Marleyh Sela na literatura?

MS: Foi e continua a ser um processo divertido.

Sou muito sedenta de informação e fazer aplicação prática para ver se resulta e também para ganhar novas habilidades e conhecimento.

Como comecei na comunicação social, escrever faz parte da nossa dinâmica profissional, depois, quando comecei a interessar-me por moda, procurei referências bibliográficas cá e não encontrei. À medida que fui trabalhando na área, estudei, pesquisei e investiguei muito.

Li e reli vários livros de autores internacionais.

Quando, em 2018, senti a necessidade de escrever o meu primeiro livro, procurei a mentoria de autores já conceituados e respeitados e lancei o “Brio na Moda e a Filosofia da Auto-aceitação ” – o 1°. Livro de Moda de Angola e o único com dicas de Etiqueta Social. Foi tão bem-recebido pelos leitores e recomendado que foi “livro do mês” por 2 meses consecutivos, pela Revista África 21.

Como se diz, quanto mais se pratica e se repete, mais fácil fica, continuo a escrever e agora vou lançar o 4° livro.

CH: Por favor fale-nos um pouco sobre a sua obra “Guia de etiqueta social e empresarial”.

MS: O livro ” Guia de Etiqueta Social e Empresarial” traz bastante informação que irá transformar vidas em vários aspectos. Esse livro foi escrito para ser usado como uma bússola de orientação pessoal e profissional, com o objectivo de ajudar as pessoas a terem um convívio em harmonia e segurança, promover o civismo, a empatia e o respeito mútuo a nível social e profissional.

Tem orientações sobre como usar o “Networking” para o crescimento profissional, como desenvolver uma imagem estratégica, como construir uma reputação que o proceda, o que fazer ou não ao telemóvel, à mesa, nas redes sociais, como cumprimentar, agir e sentar em diferentes contextos e muito mais.

Por exemplo, neste livro, vai descobrir: como entrar numa reunião que já começou; que pernas cruzadas e à mostra são fantásticas, mas não em reuniões; quem são as pessoas que têm precedência ou prioridade em determinados locais, que não se deve misturar críticas profissionais com pessoais e muito mais.

É de realçar ainda que o livro traz imagens reais do que evitar ou não em várias situações, pois usei imagens de várias figuras públicas Angolanas e Moçambicanas como a expert Maria Teresa, Costa Vilola, Luissandra, Guyzelh Ramos, Cilana Manjenje, Eryvaldo Reis e muitos outros.

E os leitores vão amar o conteúdo deste livro, pois é algo nunca visto em Angola.

CH: Como surgiu a ideia inicial para a criação desta obra?

MS: Surgiu pelo facto de muitas pessoas não serem corteses, não agirem com empatia, segurança e por não usarem a civilidade, o bom senso e boas maneiras no trato com os demais, no seguimento social e empresarial.

CH: É uma série ou volume único?

MS: É volume único, apesar de os assuntos abordados não se cingirem ao contido no Manual, não tenho pretensões de fazer outras séries.

CH: De onde veio a inspiração para o escrever?

MS: Do filme ” Kingsman “, onde ouvi a frase, “Os modos fazem o Homem”.

Trouxe uma revolução psicoemocional e vontade de querer saber mais sobre o assunto. E quanto mais mergulhava no conhecimento sobre comportamento, elegância e boas maneiras, mais certeza tinha de que queria escrever a respeito.

CH: Quais foram as suas referências ao escrevê-lo?

MS: Na verdade, foram várias as referências que tive. Mas o ponto alto foi do livro “Etiqueta Sem Frescura”, da renomada jornalista e escritora Brasileira, com mais de 20 livros, especialista em etiqueta e comportamento, Cláudia Matarazzo. Foi minha professora e mentora e também escreveu o prefácio do livro.

Mas, para trazer inovação e carregar a essência do estilo a que já habituei os meus leitores, procurei fontes orais: entrevistei historiadores, sociólogos, antropólogos, gestores de RH, população local de determinadas localidades em Angola e de alguns países – e principalmente, autoridades tradicionais.

Li diversos livros de profissionais com autoridade e credibilidade no assunto, usei ainda, conteúdos de vários cursos que fiz no estrangeiro e da mentoria com duas grandes especialistas em etiqueta e comportamento que tive no Brasil e Itália.

Sem esquecer também da experiência que tenho na área enquanto consultora e formadora de etiqueta.

CH: Está a planejar novos livros depois deste lançamento?

MS: Por enquanto não, é o meu 4° livro e pretendo dar uma pausa e dedicar-me a outros projectos.

CH: Como é o seu processo criativo?

MS: Bem peculiar, assim como o meu estilo de abordar os diferentes assuntos num livro e em artigos de opinião.

Geralmente, idealizo o que pretendo solucionar, normalmente um problema que vejo de forma recorrente. Depois, estudo e pesquiso a forma como esse assunto já foi abordado.

Sou muito cautelosa e detalhista, sempre que penso em escrever um livro, as ideias vão desde a cor da capa, título e subtítulo, imagem e tamanho do livro, acredita?

Durante o processo de escrita, sou mais criativa e produtiva à noite, geralmente escrevo os meus livros e artigos de opinião entre as 22h e 5h da manhã e escrevo à mão, a lápis.

Outro facto curioso é que primeiro escrevo o conteúdo da capa (badana e contracapa), depois índice e a seguir a introdução.

Se não for nessa ordem, não consigo escrever.

Curiosidades sobre a Marleyh Sela

Chocolate: Um livro

Marleyh Sela: “Descubra o seu destino”

Chocolate: Um autor (a)

Marleyh Sela: Tiago Brunet

Chocolate: Um actor ou actriz

Marleyh Sela: Denzel Washington

Chocolate: Um filme

Marleyh Sela: “A montanha entre nós”

Chocolate: Um desejo

Marleyh Sela: Tornar-se a maior autoridade de auto-estima e imagem de Angola

Gostarias de escrever para a Chocolate? Aceitamos sempre colaborações com convidados da nossa comunidade e estamos sempre à procura de novos colaboradores. Entra em contacto connosco e vamos discutir as tuas ideias.

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