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Carlos Morais é o exemplo perfeito de que o talento não basta, é preciso mais para continuar no topo

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No desporto, a consistência e a longevidade são factores que separam os grandes atletas dos demais. Temos os exemplos de Cristiano Ronaldo (37 anos) e Leonel Messi (35 anos) no futebol; Lebron James (37 anos) no basquetebol; e Novak Djokovic (35 anos), Roger Federer (41 anos) e Rafael Nadal (36 anos) no ténis – todos eles são os melhores nos seus desportos.

Carlos Morais é o exemplo perfeito de que o talento não basta, é preciso mais para continuar no topo

O basquetebolista Carlos Morais, ala-armador do Petro de Luanda, equipa onde joga e que o lançou desde os escalões júniores, teve muito destaque na sua carreira, nomeadamente, prémios de MVP nos Afrobaskets de 2007 e 2009 e no campeonato africano de clubes de 2012. Também representou o seu país nas olimpíadas de 2008 e chegou a pisar a maior montra do basquetebol mundial, a NBA, onde assinou com o Toronto Raptors em 2013.

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Carlos Morais é 4 vezes campeão do maior campeonato africano de basquetebol, o Afrobasquete, com a selecção de Angola – a primeira conquista aconteceu quando jovem, com 20 anos na altura, em 2005.  

Actualmente com 36 anos, Morais é um dos melhores jogares de África e com mais sucesso do que a maioria dos jogadores africanos no continente. Sem sinais de que deseja parar por aqui, Morais segue a trilha dos grandes atletas.

Para ter uma ideia da consistência deste atleta angolano, foi a meio dos seus 36 anos que Morais chegou ao topo da sua carreira internacional como um dos protagonistas da recente principal liga de basquetebol masculino de África: a BALL – Baketball Africa League. 

O técnico do Zamalek, Will Voigt, que treinou o atleta na sua passagem como técnico da selecção de Angola, actual treinador do Zamalek do Egipto, disse em entrevista à ESPN: “O Carlos ainda é um dos melhores jogadores de África”.

Morais é também um dos rostos do documentário da Basketball Africa League, a ser lançado pela Netflix, conforme anunciado pelo seu clube, o Petro de Luanda.

Em entrevista à ESPN, Carlos Morais associou a sua consistência e longevidade no desporto à sua passagem na maior liga de basquetebol do mundo, a NBA, que pelo que indica fez a diferença e mudou a sua perspectiva como atleta.  

“Lembro-me que Demar DeRozan tinha uma rotina maluca. O seu horário para treinar era à meia-noite, horário em que geralmente já estou a dormir. Para mim, foi um aprendizado. Se deseja chegar ao nível deles, terá de fazer coisas que outras pessoas acham loucuras, mas tu fá-lo mesmo assim porque desejas chegar ao nível mais alto”.

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