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“No dia em que uma pedra virou lua” continua a dar que falar e a tocar o coração dos Angolanos

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Um conto que, segundo o escritor e crítico literário João Fernando André, surgiu da doce inocência das crianças, do brilho do sol e da beleza da lua e das estrelas.

“No dia em que uma pedra virou lua” continua a dar que falar e a tocar o  coração dos Angolanos

Fala sobre a pedra sonhadora e descontente com a vida que leva no seu planeta e aceita um desafio quase impossível de vencer. Depois de muitos anos, envelhece sem cumprir o seu objectivo, mas ainda assim pediu a ajuda das irmãs.

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“O dia em que uma pedra virou lua” já foi adaptado ao teatro e tem sido motivo de debates em algumas escolas. O texto faz parte do projecto da confraria Noitibó, que inclui três portugueses: Gloria de Sousa, Samuel Rego e Tomas Gavi.

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