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Alek Wek: “não tenho nenhum problema com qualquer que seja o próximo grande visual; só não tentem dizer-me que apenas um look é bonito”

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Palavras apropriadas da impressionante modelo sudanesa cuja aparência exótica a levou ao auge da sua profissão e desafiou a definição tradicional de modelo de passarela.

Alek Wek: “não tenho nenhum problema com qualquer que seja o próximo grande visual; só não tentem dizer-me que apenas um look é bonito”

Alek Wek nasceu na tribo Dinka do Sul do Sudão em 1977 e tornou-se uma modelo e designer conhecida por quebrar os estereótipos de beleza da indústria da moda.

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Ela fugiu para a Grã-Bretanha durante a Guerra Civil. A condição da sua família era difícil no Sudão; a família Wek teve de fugir das forças rebeldes e do governo.

Enquanto morava com a sua irmã em Inglaterra, Alek sustentava-se com biscates fora do horário escolar e mandava dinheiro de volta para a sua mãe. Ela aprendeu inglês rapidamente e passou a estudar tecnologia e negócios da moda na prestigiosa London College of Fashion.

A grande chance da beleza africana veio em 1995, quando ela foi descoberta por um olheiro de uma agência de modelos enquanto fazia compras num mercado de Londres. Ela assinou com a Models One e não demorou muito para que ela aparecesse num vídeo de Tina Turner e nas páginas de publicações.

Um dos novos rostos mais quentes, logo foi cortejada por grandes casas de design para os seus desfiles. A sua aparência distinta, tão diferente do costume de passarela, causou alvoroço no mundo da moda e ganhou uma série de prémios, incluindo “Best New Model” da Model Fashion Awards, modelo MTV de 1997 do ano, e “Modelo da Década”.

O sucesso de Alek redefiniu a compreensão tradicional da beleza, conforme sublinhou a apresentadora e actriz Norte-Americana Oprah Winfrey numa entrevista com a modelo. “Se estivesses na capa de uma revista quando eu era criança, eu achar-me-ia bonita”, confessou a apresentadora.

Hoje, fora dos seus compromissos como modelo, Alek baseia-se nas suas próprias experiências como refugiada para ajudar a destacar a situação dos mais desfavorecidos e, como membro do Conselho Consultivo do Comité para Refugiados dos EUA, trabalha na luta contra o desastre humanitário no Sudão.

Alek Wek: “não tenho nenhum problema com qualquer que seja o próximo grande visual; só não tentem dizer-me que apenas um look é bonito”

Alek Wek: “não tenho nenhum problema com qualquer que seja o próximo grande visual; só não tentem dizer-me que apenas um look é bonito”

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