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Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente lamenta morte de Waldemar Bastos

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A cultura angolana perdeu na madrugada desta segunda-feira (10 de Agosto), em Lisboa, mais uma referência da música nacional e internacional. Morreu aos 66 anos de idade Waldemar dos Santos Alonso de Almeida Bastos, vítima de cancro.

Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente lamenta morte de Waldemar Bastos

Após se ter tornado pública a informação sobre o desaparecimento físico do único artista angolano não fadista a cantar na cerimônia de trasladação, no Panteão Nacional de Lisboa, o Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente de Angola, lamentou a morte de Waldemar Bastos, que estava em tratamentos oncológicos há um ano.

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“Diante deste triste acontecimento, que nos choca a todos como angolanos, o Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente reconhece que a nossa Cultura não só fica mais pobre, como perde uma das suas mais importantes vozes do World music. Igualmente, nesta hora de luto e de dor, o Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente curva-se perante a emblemática figura de Waldemar Bastos e apresenta à família enlutada as mais sentidas condolências”, manifestou a instituição através de uma nota de imprensa que chegou à Chocolate Lifestyle.

Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente lamenta morte de Waldemar Bastos

Natural de M’Banza Kongo, Waldemar Bastos foi galardoado com o prêmio “New Artist of the Year“, nos World Music Awards em 1999, conquistou a mais importante distinção do Estado angolano: “Prêmio Nacional de Cultura e Artes” em 2018. Com uma sonoridade única, o malogrado é uma verdadeira fonte de inspiração para muitos artistas da nova geração.

Com 28 anos de idade, o autor de “Velha Xica”, foi para Portugal, onde se instalou e deu sequência ao seu trabalho artístico. De lá conseguiu penetrar em outros mercados europeus.

Ao longo de 40 anos de carreira, Waldemar Bastos foi distinguido com vários prêmios nacionais e internacionais. O disco “Preta Luz“, lançado em 1998, foi considerado pelo jornal norte-americano New York Times um dos melhores da década de 90, foi referenciado por Tom Moon como um dos discos que temos de ouvir antes de morrer.

Conheça as obras de Waldemar Bastos:

Estamos Juntos (EMI Records Ltd);
Angola Minha Namorada (EMI Portugal);
Pitanga Madura (EMI Portugal);
Pretaluz [blacklight] (Luaka Bop);
Renascence (World Connection);
Love Is Blindness (2008);
Classics of my soul (2012).

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