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Andebolistas Angolanos Emigram em Busca de Oportunidades no Estrangeiro

Andebolistas Angolanos Emigram em Busca de Oportunidades no Estrangeiro

O andebol angolano, que já viveu momentos de glória, está atualmente a enfrentar uma crise, marcada por uma queda significativa na qualidade competitiva e por dificuldades financeiras. Em busca de melhores oportunidades e condições de trabalho, jogadores têm emigrado para o estrangeiro. Entre eles, destacam-se Silveira de Almeida, Cláudio Lopes e Julião Francisco Gaspar, que encontraram novas perspectivas em diferentes países, evidenciando o impacto da crise no desporto angolano.

Andebolistas Angolanos Emigram em Busca de Oportunidades no Estrangeiro

Silveira de Almeida, de 21 anos, é um jovem talento do andebol que iniciou a sua carreira aos 13 anos. O internacional angolano pela seleção Júnior, rumou para o andebol europeu. Recentemente, transferiu-se para o Ginásio Clube Tarouca, na cidade de Tarouca, distrito de Viseu, em Portugal. Com apenas três meses no novo clube, Silveira já está adaptado e ansioso por mostrar o seu valor no andebol europeu.

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Outro nome de destaque é Cláudio Lopes, jogador da selecção angolana sénior, que actualmente joga no Al Qarah Club, na cidade de Qarah, na Arábia Saudita. Desde fevereiro, Cláudio tem enfrentado novos desafios e adaptado-se a uma cultura e estilo de jogo diferentes.

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Julião Francisco Gaspar, que jogava anteriormente no Inter de Angola, está agora no ACL Lamego, também em Portugal. A sua decisão de emigrar foi impulsionada pela deterioração do cenário do andebol em Angola. “O nosso andebol perdeu muita qualidade e enfrenta uma queda financeira severa. Actualmente, só dois clubes têm condições financeiras razoáveis e o ritmo competitivo está a piorar. Muitos atletas do Inter conseguem viver do andebol, mas o Primeiro de Agosto enfrenta atrasos nos pagamentos há anos. Isto tem levado muitos jogadores a procurar melhores condições na Europa, onde o ritmo competitivo é mais intenso, independentemente das divisões“, explica Julião, ilustrando a difícil realidade que empurra muitos jogadores angolanos para fora do país.

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