A Finlândia voltou a conquistar o topo do ranking global de felicidade, sendo eleita, pela nona vez consecutiva, o país mais feliz do mundo. O resultado reforça a consistência do modelo nórdico de bem-estar, que continua a destacar-se pela qualidade de vida e equilíbrio social.
Logo atrás surgem a Islândia e a Dinamarca, consolidando o domínio dos países nórdicos nas primeiras posições da lista. Estes países são frequentemente reconhecidos por oferecerem altos níveis de segurança, educação de qualidade, sistemas de saúde eficientes e forte confiança nas instituições.

Na outra ponta da tabela, o Afeganistão permanece como o país menos feliz do mundo, refletindo desafios persistentes relacionados à instabilidade, pobreza e acesso limitado a serviços básicos.
Já o Brasil ocupa a 32.ª posição no ranking, mantendo uma posição intermediária. O levantamento considera factores como renda, qualidade de vida, liberdade individual, apoio social e percepção de bem-estar, elementos fundamentais para medir o nível de felicidade das populações ao redor do mundo.
O estudo evidencia que, mais do que riqueza, a felicidade está diretamente ligada ao equilíbrio entre desenvolvimento social, confiança colectiva e qualidade de vida.




