A Globo aposta numa produção inédita com “A Nobreza do Amor”, novela destacada por colocar a cultura africana no centro da narrativa, numa abordagem até então inédita pela emissora. A superprodução foi desenvolvida nos Estúdios Globo, no Brasil, e surge como um projeto ambicioso de valorização da herança afrodescendente.

Criada por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Júnior, com colaboração de vários argumentistas, a novela conta com direção artística de Gustavo Fernandez e produção de Andrea Kelly. A estreia está marcada para 16 de março e o elenco reúne nomes sonantes como Duda Santos, Lázaro Ramos e Nicolas Prattes.

A história decorre na década de 1920 e apresenta-se como uma fábula afro-brasileira, explorando temas como identidade, ancestralidade, resistência e opressão. Parte da ação desenrola-se em África, no reino fictício de Batanga, antiga colónia portuguesa, onde um golpe de poder altera o destino da família real.

Forçada a fugir da tirania imposta por Jendal, personagem interpretado por Lázaro Ramos, a princesa Alika escapa para o Brasil com a mãe, a rainha Niara, papel de Erika Januza. Em terras brasileiras, a jovem assume nova identidade e envolve-se numa história de amor com Tonho, um trabalhador de engenho ligado às lutas por justiça social. A trama cruza romance e reflexão histórica, propondo um olhar sensível sobre passado, identidade e transformação.











