No dia 10 de março Luanda acolhe, no Hotel Intercontinental, o 2.º Fórum Nacional de Negócios Sustentáveis (FNNS), sob o lema “Construindo um Futuro Sustentável”. O encontro, promovido pela Allora, reunirá altos decisores do sector público, líderes empresariais, especialistas nacionais e internacionais, representantes da academia e da sociedade civil, com o propósito de fomentar um diálogo estratégico sobre sustentabilidade, transição energética e desenvolvimento económico responsável em Angola.

Alinhado com as prioridades nacionais e os compromissos internacionais do país, o FNNS afirma-se como uma plataforma de referência para a concertação multissectorial, promovendo a cooperação institucional, a partilha de conhecimento e a adopção de boas práticas em sustentabilidade, governação responsável e inovação. O Fórum pretende, assim, contribuir para soluções concretas que reforcem a competitividade económica sem descurar a responsabilidade ambiental e social.

Entre os principais temas em debate destacam-se a energia limpa, a transição energética, a sustentabilidade empresarial, a descarbonização da economia, a governação responsável e os desafios e oportunidades de Angola no contexto das agendas globais de sustentabilidade. A diversidade de perspectivas promete enriquecer o debate e impulsionar decisões estratégicas com impacto a médio e longo prazo.
Pela primeira vez em Angola, num evento desta natureza, será implementado um sistema de medição da Pegada de Carbono, abrangendo emissões directas e indirectas associadas à realização do Fórum. O processo inclui a compensação da pegada carbónica através da aquisição de créditos de carbono, possibilitando a atribuição de um Selo Verde de Compensação de Carbono, com reconhecimento internacional, aos parceiros, patrocinadores e participantes.
A agenda contempla ainda um programa exclusivo de reuniões estratégicas B2B (Business to Business) e B2G (Business to Government), concebido para estimular parcerias, facilitar investimentos e reforçar a cooperação entre o sector privado e as instituições públicas. O acesso a estas reuniões será limitado e reservado a convidados previamente inscritos, reforçando o carácter estratégico e selectivo do Fórum.


