“Estórias no Imbondeiro” regista adesão e participação positivas de famílias, dizem promotores no balanço de um ano

Miguel Jose
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As histórias da tradição oral dos povos de Angola contadas no Centro Ciências de Luanda já preenchem espaço de agenda cultural prioritária de famílias luandenses para os últimos sábados do mês. O programa fez um ano no sábado passado e celebrou com dezenas de visitantes.

A iniciativa do CCL em parceria com o professor José Luís Mendonça prepara-se para evoluir, adicionando novos elementos que a tornem mais dinâmica e ainda mais cativante para o público nacional e estrangeiro, garante o CCL.

Em jeito de balanço, António Miguel, Educador Científico do CCL, afirmou que “a adesão a este evento tem sido bastante positiva”. “O público tem sido muito participativo, o que denota o interesse de todos em conhecer, resgatar e preservar a nossa cultura, os nossos hábitos e costumes ancestrais.”, referiu. “Tem sido muito interessante ver como pais, avós, filhos, netos se reúnem à volta do velho imbondeiro em convívio saudável. Reforçar essa coesão entre gerações é também um dos objectivos que o CCL tem conseguido alcançar com este evento que, em breve, poderá trazer novidades”, diz o educador.

Pulquéria Van-Dúnem, narradora de algumas edições do Estórias de Imbondeiro nos últimos meses, também considera “muito boa a interacção e interesse do público pela oratória dos povos que formam o nosso país”. “Quem vem aqui passa a notícia de boca em boca, de que há um espaço como este onde os amigos e familiares podem conhecer aspectos importantes da nossa cultura. As narrativas que aqui trazemos transmitem valores que contribuem para a evolução da nossa sociedade, e este aspecto torna ‘Estórias no Imbondeiro’ um grande momento, não só de divulgação, como de reflexão”, indicou a actriz.

Coordenado pelo escritor José Luís Mendonça e CCL, “Estórias no Imbondeiro” acontece no último sábado de cada mês, nas instalações da antiga Fábrica de Sabão, na Marginal de Luanda. Com esta iniciativa, o CCL visa sensibilizar a população, sobretudo os mais jovens, para a importância de conhecer e valorizar a cultura e os costumes tradicionais de Angola.

Por: Redacção

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