Família de Bruce Willis decide doar o cérebro do actor à ciência

Suzana André
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A família de Bruce Willis atravessa um dos períodos mais delicados desde que o actor foi diagnosticado com Demência Frontotemporal (DFT). De acordo com declarações recentes da esposa, Emma Heming Willis, o estado neurológico do actor tem vindo a agravar-se, apesar de o seu corpo manter ainda funções físicas básicas. A progressão da doença tem exigido cuidados permanentes e levou a uma profunda adaptação da rotina familiar.

Perante este cenário, a família revelou a intenção de doar o cérebro de Bruce Willis à ciência após a sua morte. A decisão surge, segundo Emma, da vontade de transformar a dor em algo útil, contribuindo para a investigação científica sobre a DFT. Especialistas sublinham que o estudo do cérebro pós-morte é essencial para compreender melhor os mecanismos da doença e para o desenvolvimento de tratamentos mais eficazes no futuro.

A iniciativa tem sido amplamente elogiada internacionalmente e é vista como um gesto de grande generosidade. Ao partilhar publicamente esta decisão, a família de Bruce Willis procura também sensibilizar a sociedade para a Demência Frontotemporal e reforçar a importância da informação, da empatia e do apoio às famílias e cuidadores que lidam diariamente com doenças neurodegenerativas.

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