O director de marketing e fundador da agência criativa Tequila, Nuno Aires, afirmou recentemente nas suas redes sociais que a indústria de eventos em Angola continua a apresentar um nível de profissionalismo abaixo do esperado, considerando os anos de actividade e o volume financeiro que o sector movimenta.
Na sua publicação, o especialista classificou o sector como “muito amador para os anos e nível de dinheiro envolvido”, acrescentando que ainda persiste uma “cultura de dar um jeito”, expressão usada para descrever práticas improvisadas ou pouco estruturadas na organização de eventos.

A declaração surge num momento em que a indústria de eventos no país tem registado crescimento, impulsionada pela realização de concertos, feiras, conferências e eventos corporativos que atraem cada vez mais público e investidores.
Apesar dessa expansão e do impacto económico associado a muitas dessas iniciativas, o comentário de Nuno Aires reacende o debate sobre a necessidade de maior profissionalização, planeamento estratégico e padronização de processos no sector. Para especialistas da área, investir em formação, gestão profissional e boas práticas internacionais pode ser determinante para elevar o nível da indústria de eventos em Angola e consolidar a sua credibilidade no mercado.



