O caso que envolve o músico angolano Dji Tafinha ganhou novos contornos após as suas irmãs, Gena e Iuki, se posicionarem publicamente a favor de Mariana Rodrigues, reforçando a gravidade das acusações que circulam nas redes sociais.

Numa mensagem emotiva dirigida à cunhada, Iuki deixou palavras de conforto a Mariana Rodrigues, uma publicação partilhada pela irmã Gena.

“Oro por ti para que encontres o teu caminho e saibas ser diferente daquele que veio antes de nós, que feriu o nosso passado, e saibas ser aquilo que os teus realmente precisam que sejas.”

A frase foi interpretada por muitos como um apelo direto à proteção das crianças e à necessidade de romper ciclos de dor dentro da própria família.

A polémica intensificou-se ainda mais após a ex-mulher do cantor, Érica Vraposo,(@ericavraposo) vir a público relatar que também foi vítima de violência doméstica durante o seu casamento com Dji Tafinha. Segundo afirmou, hoje assiste ao ex-marido a tentar “distorcer a opinião pública para desacreditar outra senhora que também se assume como vítima”.

Érica revelou que viveu durante muito tempo em estado de sofrimento profundo, descrevendo a situação como um “gatilho” que acabou por afetar gravemente a sua saúde. Segundo o seu testemunho, tudo o que afirma está sustentado por provas clínicas, incluindo arritmias cardíacas, ataques de pânico e depressão.
Com as declarações das irmãs do artista e o testemunho da sua ex-esposa, o caso ganha uma dimensão ainda mais delicada, levantando questões sobre padrões de comportamento, responsabilidade e o impacto emocional duradouro nas mulheres envolvidas.
Enquanto a opinião pública continua dividida, as vozes de Gena, Iuki e Érica Vraposo trouxeram para o centro do debate uma narrativa de dor, resiliência e apelo à verdade.





