Mais de 4.500 alunos beneficiam de novas bibliotecas em escolas do Huambo

Suzana André
3 leitura mínima

O Standard Bank de Angola inaugurou e entregou três bibliotecas às escolas primárias n.º 1, 34 e 53, no município do Huambo, num investimento direto de cerca de 300 milhões de kwanzas. A iniciativa íntegra o Projeto Libelinha, programa que prevê a reabilitação e ativação de nove bibliotecas escolares em três províncias do país.

A cerimónia oficial de entrega decorreu no dia 10 de março, na Escola Primária n.º 34 Augusto Ngangula, e contou com a presença de representantes do Governo Provincial, autoridades locais, parceiros institucionais e membros da comunidade.

O projeto resulta de uma parceria entre o Standard Bank de Angola, a Soapro e a Livraria Kiela, tendo como objetivo reforçar as bibliotecas escolares enquanto espaços de leitura, aprendizagem e envolvimento comunitário, sob o lema “Construindo Casas de Histórias e Saber”

As três bibliotecas deverão beneficiar mais de 4.500 alunos e contam com um acervo previsto de cerca de 1.000 livros cada, incluindo obras de ficção infantil, conteúdos académicos e literatura geral. No âmbito da iniciativa, 30 professores foram também capacitados para assegurar a gestão e dinamização pedagógica destes espaços.

Durante a cerimónia, o vice-governador provincial para o Sector Político, Social e Económico, Angelino Edmundo Elavoco, destacou que a criação destas bibliotecas representa um passo importante para melhorar a qualidade da educação e incentivar o gosto pela leitura entre os alunos.

Segundo Aronildo Neto, administrador executivo do banco, o projeto reflecte o compromisso da instituição com o desenvolvimento social do país, defendendo que o investimento na educação desde o ensino primário é fundamental para formar capital humano preparado para o futuro.

Desenvolvido no âmbito da estratégia de sustentabilidade do banco, o Projeto Libelinha foi estruturado em 2023 e terá uma duração de quatro anos, sendo implementado em parceria com os governos provinciais do Huambo, Namibe e Cabinda.

Para a directora de Sustentabilidade do banco, Rosemaire Luís, a iniciativa pretende ir além da criação de infra-estruturas, promovendo bibliotecas activas e sustentáveis, integradas na dinâmica das comunidades escolares e capazes de contribuir para a transformação social e educativa do país.

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