Uma nova geração de museus está a transformar a arquitetura numa parte essencial da experiência. São edifícios que impressionam pelas formas, materiais e pela relação com o ambiente, chamando a atenção antes mesmo de o visitante entrar.
Na costa ártica da Noruega, o The Whale, com abertura prevista para 2027, parece uma baleia a emergir lentamente da paisagem. O projecto, do escritório Dorte Mandrup, combina arquitetura e natureza de forma surpreendente.


Em Abu Dhabi, cinco torres de aço inspiradas nas asas de um falcão criam uma presença marcante no horizonte. Já em Tóquio, uma estrutura em espiral de madeira sobe por nove andares, transformando o percurso pelo museu numa experiência.


Na China, a criatividade também ganha destaque. Há projectos que lembram naves espaciais e outros que reinterpretam os tradicionais jardins de Suzhou, transformando os seus corredores e caminhos em elementos da arquitetura contemporânea.

Com nomes como Norman Foster, Dorte Mandrup e ZHA Architects envolvidos em projectos desta nova geração, os museus estão cada vez mais a deixar de ser apenas espaços para exposições.
Hoje, o próprio edifício pode ser uma obra de arte, capaz de contar histórias, dialogar com a paisagem e tornar a visita memorável antes mesmo de se conhecer o que existe dentro das suas paredes.