Como escolher as pastilhas adequadas para aliviar a tosse e a dor de garganta

Suzana André
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Com tantas opções disponíveis nas farmácias, escolher pastilhas eficazes para a tosse e a dor de garganta pode gerar dúvidas. Embora sejam produtos de venda livre, a escolha deve ser feita com atenção aos ingredientes e aos sintomas que se pretende aliviar.

Segundo especialistas ouvidos por meios internacionais de saúde, o primeiro passo é ler o rótulo. Muitas pastilhas contêm mentol, um ingrediente que ajuda a reduzir temporariamente o reflexo da tosse e proporciona uma sensação refrescante, aliviando também a congestão nasal. Outras fórmulas incluem mel e glicerina, que ajudam a hidratar e lubrificar a garganta, reduzindo a irritação.

Existem ainda pastilhas formuladas para soltar o muco, o que pode ser útil quando a tosse está associada a infeções respiratórias. Nestes casos, a tosse desempenha um papel importante na limpeza das vias aéreas, pelo que o alívio deve ser equilibrado.

Entre os ingredientes mais eficazes destacados por médicos estão o dextrometorfano, que atua no cérebro reduzindo a necessidade de tossir; a benzocaína, um anestésico local que alivia temporariamente a dor; e o mentol, responsável pela sensação de frescura e conforto na garganta.

É igualmente importante ter atenção às pastilhas com elevado teor de açúcar, sobretudo para quem controla a ingestão diária desse ingrediente. O consumo excessivo pode provocar desconforto gastrointestinal, embora esses efeitos sejam raros quando o produto é utilizado conforme indicado.

Os especialistas recomendam que cada pessoa escolha a pastilha segundo os seus sintomas específicos, siga rigorosamente as instruções da embalagem e procure aconselhamento médico em caso de dúvida.

Quanto à dor de garganta, é aconselhável procurar um médico se o desconforto persistir por mais de sete a dez dias ou vier-se acompanhado de febre alta, dificuldade para respirar, dor no peito ou fadiga intensa.

Quanto à dor de garganta, é aconselhável procurar um médico se o desconforto persistir por mais de sete a dez dias ou vier-se acompanhado de febre alta, dificuldade em respirar, dor no peito ou fadiga intensa. Estes sinais podem indicar uma condição que requer avaliação clínica.

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