Ray-Ban Meta transforma óculos em tecnologia inteligente e conquista novos olhares

Gracieth Issenguele
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A tecnologia e a moda cruzam-se cada vez mais para transformar como as pessoas comunicam, captam imagens e interagem com o mundo. Um dos exemplos desta evolução são os Ray-Ban Meta, resultado da parceria entre a Meta e a Ray-Ban, que alia o design clássico dos conhecidos óculos a funcionalidades de inteligência artificial, áudio e captura de imagem, afirmando-se como um acessório que vai além da estética.

Equipados com uma câmara ultra-angular de 12 megapíxeis, os óculos permitem fotografar e gravar vídeos em resolução 3K, na perspectiva de quem os utiliza, sem necessidade de recorrer às mãos. A integração de um assistente de inteligência artificial, activado através do comando de voz «Hey Meta» ou do botão de acção, permite responder a perguntas sobre o ambiente à volta do utilizador, identificar objectos, traduzir conversas em tempo real e apoiar tarefas de acessibilidade, incluindo através da aplicação Be My Eyes.

No campo do entretenimento e da comunicação, os Ray-Ban Meta dispõem de um sistema de som de ouvido aberto, com altifalantes direccionais incorporados nas hastes e até seis microfones com redução de ruído. Estas funcionalidades permitem ouvir música, atender chamadas e interagir com plataformas como Spotify, Apple Music e WhatsApp. Em matéria de privacidade, incluem ainda uma luz LED visível que se acende durante a captação de fotografias ou vídeos, sinalizando quando a câmara está em funcionamento.

A evolução dos modelos também acompanha o desenvolvimento destas funcionalidades. A primeira geração, conhecida como Stories, foi inicialmente orientada para a captura básica de fotografias e áudio. As versões posteriores trouxeram melhorias na câmara, com gravação até 3K, maior autonomia, novos estilos de armações, como Skyler, Headliner, Blayzer e Scriber, e suporte oficial para a língua portuguesa e o mercado brasileiro. Nas gerações seguintes, o design tornou-se ligeiramente mais fino, a autonomia da bateria chegou às nove horas, com um estojo de carregamento que oferece horas adicionais de utilização, e foram introduzidos botões de acção personalizáveis e formatos como Wayfarer, Aviator e Zena.

No mercado internacional, os modelos Ray-Ban Meta das segunda e terceira gerações apresentam preços que variam, na Europa, entre 329 e 450 euros, o equivalente a aproximadamente 344.035,30 a 470.565,00 kwanzas, dependendo da versão, do formato da armação e das lentes escolhidas, incluindo opções polarizadas e Transitions. No Brasil, onde a marca dispõe de comercialização oficial, os mesmos modelos são encontrados por valores entre 2.690 e 4.609 reais, correspondentes a cerca de 456.460,72 a 795.836,72 kwanzas.

A versatilidade deste acessório também já despertou a atenção de figuras públicas. Recentemente, a embaixadora do turismo em Angola, Jessi Madalena, esteve no Rio de Janeiro, no Brasil, onde utilizou os Ray-Ban Meta para captar imagens da cidade. Através dos óculos, registou paisagens, pessoas e diferentes momentos da sua passagem pela cidade brasileira, reunindo as imagens num vídeo que descreveu como um «compilado lindo de paisagens, pessoas e momentos maravilhosos».

Entre inovação tecnológica, funcionalidade e identidade estética, os Ray-Ban Meta demonstram como um acessório tradicional pode ganhar novas utilidades e acompanhar as exigências de um quotidiano cada vez mais digital, sem abdicar da linguagem da moda.

A convergência entre sofisticação visual e novas linguagens do quotidiano acompanha os passos de quem dita tendências nos encontros e eventos sociais do país, à semelhança do panorama em que as escolhas de moda que marcaram o fim-de-semana angolano comprovam que a modernidade, o conforto e os detalhes inovadores são indispensáveis para quem valoriza a expressão individual.

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